Sword Art Online: Alicization #9 – “Proibido x Imoral” – Comentários Semanais

Continuando o nosso review de Sword Art Online: Alicization, mas antes pessoal peço a vocês para que compartilhes que isso ajuda muito o blog a alavancar e nos motivar a continuar sempre trazer reviews de qualidade.

[17 DE MAIO, ANO 380 DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE]

A partir das informações que nos foram dadas ao longo dos episódios anteriores, a Academia da Espada provavelmente classifica seus alunos com relação a duas porções: os novatos (estes seriam os “Pajens”, tal como Kirito e Eugeo eram até o episódio 08) e os Discípulos de Elite ou “mentores”, superiores aos pajens e responsáveis por estabelecerem uma relação vertical, na qual haveria respeito e ensinamentos. Foi notado, também, que os Discípulos de Elite (como Eugeo e Kirito terminam o episódio anterior) utilizam roupas de cor diferente, ao mesmo tempo em que os Pajens possuem uniformes pretos. Essas constatações voltam a serem importantes ao longo do episódio, por isso é preciso não deixar de compreendê-las.
O episódio se inicia no Salão de Treinos, no Dormitório dos Discípulos de Elite. Lá, vemos Eugeo treinando arduamente com uma Espada de Madeira, enquanto inicia um flashback importante. Nosso personagem se lembra de um momento em que Kirito havia lhe ensinado algo, quando ambos estavam no quarto, acerca do poder em influência do estado mental nas maestrias de controle de objetos e das artes mágicas, o ponto que mais vem sendo explorado desde o episódio 07.

Kirito conta a Eugeo ter concluído que o mais importante é “aquilo que você infunde em sua espada”, algo que aprendeu ao observar (e até ao vivenciar) Volo, Liena, Galgarossa, dentre outros discípulos, tendo um desempenho exímio em batalhas devido aos sentimentos de confiança e determinação depositados na espada (Volo, por exemplo, tinha confiança nas técnicas e no orgulho que sua família carregava). Leigo, Eugeo pergunta sobre o que ele deveria infundir em sua espada, obtendo a resposta de que ele deveria descobrir por si só.


Voltando à cena do treinamento, Eugeo monologa sobre esse assunto (de novo, SAO explora muito bem esse mecanismo de imersão nos pensamentos do personagem, algo que venho valorizando por atrair o público e esclarecer bem o psicológico) e chega à lembrança de suas origens humildes, vindo de Zakkaria. Embora inicialmente pense que não possuía propósito além do “Estilo Aincrad” que Kirito lhe ensinou, chegando a ensaiar um sentimento de depressão, ele finalmente se lembra de seu principal objetivo e motivo pelo qual luta: Alice. E assim se inicia a Opening.
Com o título do episódio, “Responsabilidades de um Nobre”, revelado, vemos a mesma cena do treinamento. Contudo, nessa parte, os vilões desse pseudo-arco finalmente resolvem dar as caras no episódio: Raios e Humbert reaparecem, utilizando vestes de Discípulos e provocando Eugeo com base em suas origens humildes (por ter vindo de uma “roça” e ter como propósito ser um lenhador) e em sua performance como esgrimista.

Aqui, preciso destacar a abordagem do preconceito socioeconômico (e até geográfico), uma crítica social que, ainda que não seja tão inovadora, serve como mérito do enredo de SAO por retratar algo que nos ajuda a compreender a realidade. Isso faz ainda mais sentido se pensarmos no contexto medieval, no qual Underworld está inserido, quando os esgrimistas e cavaleiros eram, via de regra, nobres, enquanto os de origem mais humilde eram destinados à servidão e aos trabalhos manuais.
Os dois se oferecem, em tom de deboche, para treinar com Eugeo, o qual, ao se retirar, continua a lembrar dos ensinamentos de Kirito.

Nosso protagonista, nessa nova parte do flashback, explica a Eugeo sobre Raios e Humbert (que, pasmem, são os novos Primeira e Segunda Cadeiras), os quais ganharam pesar em suas espadas justamente por cultivarem um grande sentimento de arrogância ao se compararem com outras pessoas. Isso fica muito bem estampado no preconceito que eles possuem com Eugeo e suas origens (ainda mais se associado ao histórico medieval dos nobres como “únicos” capazes de se tornarem cavaleiros ou esgrimistas).

Novamente, me surpreendi demais com essa cena. Eu esperava, ao assistir os episódios anteriores, que esses vilões seriam esquecidos no restante do arco, servindo apenas como “focos de ódio” para o público. No entanto, SAO foi capaz de ressignificar o propósito deles dentro do anime, na medida em que conferiu, com esse ensinamento, uma nova função à eles: a de ilustrar que sentimentos negativos também podem ser utilizados para propulsionar seus atributos naquele mundo. Eles se tornam, portanto, a chave para esse ponto de vista, sendo importantes no enredo.

Prestes a perder a vantagem, Humbert finalmente demonstra a força de seus sentimentos de arrogância, a qual é animada na espada como uma luz negra (assim como no episódio passado, SAO consegue animar muito bem a influência dos sentimentos na espada e transmitir uma atmosfera fiel, algo que seria considerado difícil) enquanto ele exclama algo preconceituoso como “Não se deixe enganar, seu plebeu”. Ele ainda, reforçando o quão forte é esse sentimento, continua a caracterizar Eugeo com adjetivos como “repulsivo”, enquanto o faz se ajoelhar em busca de equilíbrio. Aqui, de novo, o anime explora o raciocínio do personagem por extenso (algo que considero como ponto positivo pela imersão): Eugeo conclui que deveria mudar de estratégia, enquanto Humbert continua tentando esmagar sua confiança.

Na mudança de posição, ele acaba sofrendo um corte em sua roupa, mas consegue golpear fortemente Humbert, que é jogado para trás com o impacto entre espadas. Nesse sentido, Raios declara a luta um empate (dá a entender que Eugeo venceria). Após o fim da “punição”, eles voltam a debochar das técnicas de Eugeo, enquanto Humbert parece indignado por ter “empatado com um plebeu”. Focado, nosso herói responde à altura com outra provocação, o que deixa os vilões indignados e ameaçando-o com futuras punições. Eles deixam o recinto, encerrando a cena por aqui.
Mudando de cena, Eugeo e Kirito conversam, durante a noite, no dormitório dos Discípulos de Elite.

Eles falam acerca das ameaças que Raios e Humbert haviam feito e parecem inquietos, na medida em que esperam que eles resolvam aprontar alguma coisa. Nesse contexto, Kirito aproveita para analisar as possibilidades e conclui que eles não poderiam fazer algo muito abusivo até então, uma vez que eram limitados pelo Index Taboo e pelo Código de Normas da Academia. No entanto, isso é uma faca de dois gumes, visto que, caso as ações não violem essas leis, eles poderiam fazer o que quiserem. De qualquer forma, Kirito acaba por tenta tranqüilizar Eugeo, utilizando uma expressão informal (gíria) comum dele: “Stay Cool” (que significa, em outras palavras, “fique bem”). Embora não entenda de início, Eugeo acaba por assimilar esse hábito, mascarado como uma regra do Estilo Aincrad. Da mesma forma, quando Kirito vai dormir, ele também o repreende pela hora em que pretendia acordar e o relembra do compromisso que ambos tinham com suas pajens no dia seguinte, referente a um piquenique.

De novo, preciso destacar o quão bem encaixada vem sendo a amizade desses dois personagens. Eugeo é o limitador, o controle, o elemento mais correto entre os dois, aquele que normalmente freia os impulsos. Já Kirito é muito mais passional, eventualmente, além de menos regrado e mais decidido. São estilos diferentes de personagem, até pela formação deles. Eugeo explora muito mais a insegurança e a incerteza, justamente por ter se tornado um espadachim recentemente. Já Kirito, embora mais seguro, é muito menos éticamente correto que os Fluctlights Artificiais e confia mais em suas decisões, dado seu conhecimento em mundos de VR MMOs. Além de tudo isso, aqui vemos como Kirito influencia muito Eugeo. Já havia sido dito no episódio 06 que o objetivo de Kikuoka ao implantar Kirito no Underworld era para que ele influenciasse os Fluctlights Artificiais com sua perspectiva mais humana e questionadora dos tabus. Isso terá um papel importante ao longo do episódio.

Durante a noite, após ambos terem ido dormir, vemos uma nova cena, com Eugeo em sua cama. Aqui, o anime volta a transcrever os pensamentos do personagem (mecanismo de imersão): Eugeo pensa sobre a possibilidade de que Humbert e Raios estejam obedecendo de forma relutante o Index Taboo, mas logo descarta essa hipótese por ser proibido até mesmo duvidar do código. O próprio anime direciona, também, esse pensamento a um flashback de Eugeo do que havia acontecido no episódio 01. Através dos recursos audiovisuais (imagens do flashback e Eugeo colocando a mão no olho), somos capazes de perceber que Eugeo chegou, naquele momento, a duvidar do Index Taboo a partir das frases de Kirito, o que havia ativado o “erro” em seu olho. Concluindo, ainda, nosso herói também pensa em Alice ao final da cena, reafirmando ela como propósito pelo qual ele luta.

[18 DE MAIO, ANO 380 DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE]

No campus, nos encontramos agora durante o piquenique entre Kirito, Eugeo e suas discípulas, Ronie e Tiese. Eugeo conversa com Tiese e, nesse diálogo, somos apresentados melhor ao sistema de nobreza (já ambientado no começo do episódio com o preconceito dos vilões) que funciona na cidade de Centoria. Tiese, apesar de filha de nobres, é situada apenas em sexto grau, vivendo em um distrito separado das famílias de graus mais avançados. Ela conta, ainda, que as famílias de classificação mais baixa não possuem direito à autoridade judicial, sendo julgadas pelos nobres de classe mais alta. Isso nos abre uma hipótese de que a alta aristocracia seja capaz de manipular os julgamentos e condenar pessoas conforme queira (há muito mais corrupção nesse mundo do que você pensa). Tiese, portanto, é “aristocrata apenas em nome”.

Enquanto Eugeo conversava com ela, vemos Kirito ao fundo, mais uma vez passando ensinamentos, dessa vez de batalha. Ele explica à Ronie acerca dos golpes e de como proceder em caso de um Estilo High-Norkian, enquanto ela observa atentamente e ri. Me chamou atenção nessa cena como Kirito pode ser um excelente professor: além de ter ensinado basicamente tudo a Eugeo (e para Klein no início do anime), ele também é capaz de passar seus ensinamentos muito bem para outras pessoas, um lado que é bom de ser mais explorado.

Acabando a cena do piquenique, nossos heróis arrumam os objetos, quando Tiese e Ronie, repentinamente, iniciam um novo assunto (polêmico), surpreendendo-os. Elas começam a contar sobre uma colega de quarto delas, Frenica, a qual seria discípula de um membro muito rígido da Academia. Segundo elas, esse veterano tem dado ordens inapropriadas e abusivas para uma pajem do sexo feminino, fazendo-a chorar copiosamente todas as noites. Prestando atenção, Eugeo retoma a principal questão do episódio da vez, o Index Taboo, ao ressaltar que esse discípulo não poderia estar transgredindo o código. Embora isso seja verdade, os personagens agora se encontram em um dilema: não sendo contra o Index, como Tiese conta, o que eles poderiam fazer para que Frenica saísse daquela situação (ela não poderia trocar de mentor sem o consentimento dele). E é aqui que, na minha humilde opinião, se inicia a melhor cena do episódio.


As garotas revelam que o mentor é ninguém menos que Humbert Zizek (meio óbvio, não?), o que não surpreende os dois Discípulos de Elite pela reincidência. Eugeo, questionando-se se tinha alguma culpa pelo tratamento que Humbert estava provendo, conta sobre o duelo que teve com ele e sobre a indignação do discípulo por “empatar com um plebeu”. Tiese, ao ouvir isso, diz não entender a filosofia desses veteranos, haja vista a educação que seu pai havia lhe dado. A ideologia que ela carregava (por conta da família) pregava que os nobres, ainda que no topo da hierarquia, deveriam sempre zelar pelos menos favorecidos (ela cita como exemplo o caso de uma guerra), jamais se acomodando em seus privilégios. Humbert e Raios, assim, iam contra essa filosofia.

Aqui, a melhor cena do episódio (isso eu falo como um fã que assistiu, apenas) atinge seu ápice. Kirito, tomando a dianteira, nomeia o assistencialismo que o pai de Tiese pregava de “obrigação de nobre” (daí a explicação do título). Para ele, esse orgulho (ajudar os desamparados) era algo preciso e mais importante do que qualquer outra crença ou lei. A partir disso, ele expõe uma máxima: existem certas coisas que, embora proibidas, deverão ser feitas, ao mesmo tempo em que existiriam ações que, embora permitidas, jamais deveriam ser executadas. Essa linha de raciocínio parece simples, mas, se aplicada no contexto de Underworld e do Index Taboo, é revolucionária. Eugeo, ao prestar atenção na fala de Kirito, também não deixa de se decepcionar, recordando do dia em que Alice fora levada (que personagem humano, não abandona o trauma em momento algum…).

Kirito, assim, mostra mais uma vez o quão importante ele é na concepção de Kikuoka, dita no episódio 06. Ronie, por exemplo, entende e resume a filosofia que ele inaugura, entendendo como se fosse necessário interpretar criticamente as leis antes de obedecê-las cegamente. Kirito, portanto, é capaz de mudar de uma forma muito impactante a concepção dos Fluctlights Artificiais.

É exatamente por isso que ele é fundamental, como humano, em Underworld, para o sucesso do projeto Alicization. Um encadeamento de elementos que foi fenomenal, sem dúvidas, trazendo a discussão do mundo real (episódio 06) para o virtual (episódio 09). Kirito põe em cheque, com seu modo de pensar, o dogmatismo ao qual os Fluctlights estiveram submetidos todos esses anos: o Index Taboo e a ilusão ética por trás dele, à qual os habitantes obedeciam cegamente. E ele ainda encerra a declaração de uma maneira triunfal (enquanto ele e Eugeo assumem a responsabilidade de dissuadir Humbert), contando sobre o maior poder de um ser humano: pensar, algo mais poderoso que qualquer espada ou arma.

Tendo em vista a responsabilidade que eles assumiram, a próxima cena, logicamente, é a visita aos dois “palhaços”. O Primeira e Segunda cadeiras, em seus dormitórios, conversam com Kirito e Eugeo, os quais acusam Humbert das ordens triviais dadas à sua discípula. Raios, incialmente, provoca Eugeo e esconde o rumor, além de questionar se isso seria contra o Index. Apesar disso, Eugeo aplica a filosofia que Kirito havia lhe ensinado, explicando que a ação seria algo contra os princípios éticos, ainda que não seja proibido.

Detestáveis como todos nós provavelmente achamos, Humbert e Raios admitem o feito, fazendo uma espécie de “Teatro” e provocação. Vale lembrar o quão repugnantes esses vilões são como pessoas (um dos objetivos deles é justamente atrair o ódio do público, obviamente). Humbert conta ter, após o empate com Eugeo no duelo (confirmada a “culpa” de Eugeo na questão), feito uma série de treinamentos e, assim, ordenado Frenica a massageá-lo no banho, apenas de roupas íntimas (Isso sem contar a maneira irritante como ele conta isso). É preciso pontuar que, apesar de uma situação detestável, Sword Art Online busca enunciar muito mais do que um “pseudo-estupro” aqui. A trama fala muito mais de abuso de poder e da arrogância propriamente dita, tratando de um panorama que pode, até mesmo, ser interpretado como crítica social (muitos homens, geralmente em cargos maiores, se aproveitam da hierarquia para cometerem abusos com mulheres de cargos inferiores, isso em vários dos sistemas da nossa sociedade).

Em resposta à encenação ridícula dos discípulos, Eugeo começa a perder o controle e tem um relfexo de puxar sua espada. Essa cena também exemplifica o quão Kirito influenciou ele ao longo do tempo, já que não é típico dele perder o controle assim. No entanto, como a espada não estava ali, ele apenas ameaça os dois “patetas” com a possibilidade de comunicar aos superiores caso o comportamento se repita. Saindo do dormitório, Eugeo se encontra frustrado enquanto Kirito está surpreso por ter sido ele o primeiro a perder a calma (como eu disse, não é algo típico do Eugeo). Ele também adverte o companheiro de que aquela situação provavelmente seria uma armadilha para que ele justamente perdesse a calma e pudesse ser castigado por eles (como vimos no início do episódio, cadeiras mais altas podem castigar os níveis mais baixos). Assim, Kirito recomenda a Eugeo que não perca o controle em um caso desses, repetindo seu lema do início do episódio: “Stay Cool”.


[19 DE MAIO, ANO 380 DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE]

Iniciando a cena final do episódio, vemos Eugeo sentado em sua cama, com Tiese fazendo o relatório da limpeza. Assim que ela acaba, Eugeo pede para que ela se sente para que ele possa conversar, o que ela faz de forma envergonhada. O espadachim conta a ela que havia pressionado Humbert no dia anterior e ele havia prometido parar com as ordens sórdidas (DUVIDO), o que arranca uma expressão momentânea de alívio. Ele prossegue pedindo para Tiese que arrume um “encontro” para ele e Frenica, com o objetivo de que ele se desculpe com ela por ter sido o “culpado” das ordens de Humbert. Corada, ela diz que iria arrumar um encontro para eles, embora não concorde com esse sentimento de culpa (já estamos sendo ambientados desde o início da cena de que ela gosta do Eugeo).

Ainda mais envergonhada, Tiese pede para que possa chegar mais perto de Eugeo, o qual responde que sim. Ele também pede para que ela não lhe trate de maneira tão formal enquanto não estão em horário de trabalho (caramba, como eu adorei esse personagem… além de humano e de psicologicamente explorado, ele ainda é bem gentil com as pessoas). E, com essa proximidade, ela resolve se abrir para ele. Tiese conta que, após se formar na Academia da Espada, ela se tornará chefe de sua família, a família Schtrinnen, e, como tal, será forçada a se casar com alguém cujo nível de nobreza seja acima do dela. Por isso, a garota diz estar com medo de que a pessoa eleita seja alguém tal como Humbert, alguém sem orgulho (menção ao orgulho dos nobres, novamente) e que não se incomoda em ser cruel. Com uma atuação de voz excelente, ela exibe sua insegurança e, finalmente (com certeza grande parte do público estava esperando por isso), abraça Eugeo, enquanto a Ending (casando muito bem com o momento) começa a tocar.


Tiese, dando continuidade aos seus sentimentos, pede para que Eugeo vença o campeonato de Esgrima ao representar a instituição e, assim, compita no campeonato de Unificação dos Quatro Impérios. Até aqui, ele concorda e diz que esse já era seu objetivo (claro, não o principal, mas aquele dentro da academia). Contudo, a declaração que todos estávamos aguardando, dado o clima em que o episódio se encontrava, finalmente chega: Tiese fala que, caso ele se saísse bem no campeonato, ele poderia se tornar um nobre tal como Azurica (ela não menciona com certeza, são apenas rumores). Nessa atmosfera, agarrada ao braço de Eugeo e chorando, ela suplica que, caso ele conseguisse tal façanha, ele pedisse ela em casamento.

Enquanto a garota chora, temos um novo monólogo que exibe o pensamento de Eugeo (mais um, o qual explica muito bem as coisas e gera imersão no público). O espadachim lembra que estava ali para competir no Torneio de Unificação, a fim de se tornar um Cavaleiro da Integridade e ser capaz de reencontrar Alice (Nós não havíamos sido apresentados a esses torneios até aqui, logo, isso esclarece de uma maneira breve a questão… além disso, ponto positivo para a trama por apresentar mais um hiato curto entre um conceito e sua explicação, já que este foi introduzido apenas alguns segundos atrás). Ele, embora pense isso, sorri e promete para Tiese que iria visitá-la após o Campeonato, o que arranca mais lágrimas da aprendiz. E numa cena épica de finalização, ela diz que irá se tornar mais forte, o suficiente para dizer aquilo que precisa ser dito, tal como ele.

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Sword Art Online: Alicization #9 - "Proibido x Imoral" - Comentários Semanais
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Tito Fonseca

Fã de Sword Art Online, contribuo para esse blog com minhas análises sobre esse anime que tanto me marcou.

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